• Prefeitura Municipal de São Simão

Breno Ayres

Abaixo breve biografia enviada pelo compositor. Ele traz para o 27º FESICA a música Paisagem da Cidade!


Breno Ayres

Nascido em Dracena, na região da alta paulista do Estado de São Paulo, sempre a música esteve próxima nos passeios de carro com seus pais, na vitrola da sala, ou nas gandaias com seu irmão mais velho. Inicia o contato com instrumentos musicais na adolescência, por conta da insistência de um amigo que precisava de um baixista em sua banda. Dali, não parou mais. “Comecei a tocar um violão com quatro cordas emprestado desse amigo. Nunca fiz aulas formais de música, mas tive grandes professores, de amigos generosos muito experientes na música, a próprios compositores e intérpretes que curtia e ficava tentando imitar em vídeos na internet com apoio de cifras e tablaturas. Até hoje agradeço esse amigo.” conta Breno.

Sai de casa aos 17 anos para fazer cursinho e prestar medicina lá na capital. Interrompe sua vida artística precoce na cidade de Dracena. Nessa idade já tocava contrabaixo com músicos experientes da noite. Após dois anos, passa em medicina e psicologia. Acaba escolhendo psicologia e inicia seus estudos em Santos/SP em 2008, onde mora até hoje. Retomando a música como profissão em 2014, no violão e voz. Hoje trabalha como psicólogo clínico, professor universitário e músico.



2- História na Música do compositor e banda.



Breno Ayres é intérprete e compositor autodidata de Dracena, interior de São Paulo. Muda-se para Santos para cursar psicologia e lá começa tocar profissionalmente na noite em2014. Com seu violão de nylon e timbre de voz grave, teve em sua trajetória grandes amigos como mentores e em Santos não seria diferente. Suas escolhas musicais orbitam nos ritmos populares brasileiros e letras profundas, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Mateus Aleluia, etc. Em anos pandêmicos toma coragem de mostrar algumas de suas canções em dois trabalhos solo a partir do apoio de editais públicos da cidade de Santos/Sp. O primeiro trabalho reúne 4 canções e é chamado “Arte, poder e isolamento social” (https://www.youtube.com/watch?v=oCF33Ivp9IE&t=608s), o segundo, também com 4 canções, se chama “Canções para não esquecer a humanidade”( https://www.youtube.com/watch?v=ESaJmf9qoho&t=150s) .


Na pandemia também aprofunda o trabalho com a banda “Fizeram a Elza” (Instagram: @fizeramaelza).


A banda Fizeram a Elza começou suas atividades em 2019.Quando chegou o momento de realizar shows e a gravação do primeiro EP , foi surpreendida pela pandemia de Covid-19. Graças às novos tecnologias digitais, recursos de um edital da prefeitura de Santos/SP e parcerias com artistas e equipe técnica com vasta experiência e empatia, foi possível realizar a gravação do seu primeiro disco.

  • - Contemplada no edital Facult2019 da prefeitura de Santos/SP para gravação do EP ‘Hecatombe’

  • - Show em espaços históricos e públicos da baixada santista: Teatro Guarany, Lagoa da Saudadeno Morro Nova Cintra, Centro da Juventude da Zona Noroeste de Santos.

  • – Alcance em rádio, tv e canais digitais local e nacional (clipping)

  • - Showde lançamento de EP pré-agendado em Julho 2022 no Sesc Santos -Participação de Zé Brown e Ortinho na gravação do disco, artistas de alcance nacional

  • - Primeiro EP produzido e mixado por Gustavo Souza e Estevan Sinkovit no Orange Studio, em Santos. Músicos de referência que já tocaram com artistas como Luiz Melodia,Vanessa da Mata, Roberto Menescal, entre outros.



3- História da composição


Paisagens da cidade, segundo single do grupo Fizeram a Elza, composto por Breno Ayres, retrata os contrastes do contexto urbano e o choque de realidade nos conhecidos cartões postais quando acontece uma interação quase sempre inoportuna dos“invisíveis” com os “cidadãos de posses”. “Foi uma canção feita num respiro da rotina de trabalho, em que, ainda de calça e camisa, tomo uma cerveja observando a cena de uma linda tarde na praia do Embaré, em Santos, até que um homem em situação de rua me pede um “trago”, conta Breno. Indo além da denúncia do país que “ostenta” o título dos mais desiguais, as misturas rítmicas populares com guitarras distorcidas e efeitos eletrônicos buscam trazer uma atmosfera de tensão e diversidade. O que pode sair dessa mistura além do questionamento desse status quo? Esse é o convite de reflexão que a música traz aos ouvintes de Paisagens.




4- Experiência em outros festivais.


Experiência muito amadora em alguns festivais da canção na região da alta paulista, quando adolescente. E também em uma banda autoral e chamada 16 polegadas, em um festival em São Paulo.



5- Expectativa em participar do Fesica 2022.

Muito animado e grato, pois sei a importância desse festival na música popular brasileira. Estar entre os finalistas diante de um juri tão sério já é pra celebrar e muito. Que seja uma competição saudável e de muitas trocas.



Conforme texto enviado pelo Participante

 

Nos dias 07, 08 e 09 de julho de 2022, acontecerá na Praça da República em São Simão, o 27º FESICA – Festival Simonense da Canção, com entrada gratuita.

por Renata Robazza Mohap Digital Saiba mais acessando a página do Festival: www.saosimao.sp.gov.br/fesica-2022






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